Oh não me deixes

O que me dizes e que consome,
a mim contra a vida que avança
quando dá voltas a querer falar
E faz existir que já não há.

Talvez me deixes mais uma vez
Eu sinto o tanto de até doer
No mesmo passo faço-te ver
Que insiste sempre meu bem-querer

Tu já não me podes atirar

Onde hei de chegar, coração?
Pedir que não me deixes jamais
Jamais chegaria a tal ponto.

Oh não me deixes, digo-te mais
Uma vez mais, para tua surpresa
Mais uma vez, deixo-te em paz.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog