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Mostrando postagens de março, 2014
Um a um, eles aguardam a execução Cada um em sua vez Não se falam porque não têm voz O executor sou eu Amor equívoco, palavra que não foi Eu quis carregar uma poesia no corpo Marcada em minha pele para que apontassem que meu nome eram aquelas palavras que eu me chamo dor Amor como redenção Amor como rendição Perdido, estou

NO XADREZ

XADREZ (En las trampas que armo, soy yo el mismo que caigo) Capturado ao seu jogo E com estratégias patéticas Perdi uma a uma as peças E as poucas que agora me restam Cada movimento com que tento te cercar Colocam-me uma vez mais em xeque.
Quero ser seu mergulho no mar Surpresa, perigo e encanto