Poesia sem palavras
Hoje libertei as frutas de um saco asfixiante Toda dor que sucede o momento dos fatos é execrável
vãos espaços vazios, entre passagens, aberturas inúteis, sem valor falsos, ilusórios, sem fundamento real frívolos, fúteis, fantásticos vanitas, a vida o que escapa pelas mãos. Palavras banais e minúsculas, escritas, aos pedaços, aos poucos, fragmentos.