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Mostrando postagens de abril, 2014
De vez em quando escrevo, para convencer a mim mesmo: estou vivo.

A verdade

Esse amor que diz que ama, mas que no fundo pouco se importa. Que se exibe em gestos de não se entregar, que desconhece a dor de amar, somente os seus prazeres. Uma oferta falsa, que não retribui a profundidade que faz supor. O amor que se converte facilmente em ódio aos que não o aceitam, não são pegos na trampa. A armadilha de que sou a vítima e o algoz.
O encontro marcado. De um lado da avenida ampla, o vejo me esperar. Não me vê. Essa condição completamente vulnerável dele
Amor, o desencontro. Vivo da esperança de sua volta. Minha necessidade de ver você é maior que a sua. Morta antes a vida do depois.