Hoje o dia não valeu a pena. Despertei com aquele sentimento recoberto de névoa densa e escura, de tempo sem vento. Dediquei-me todo o dia a fabricar novas formas de inventar a morte; nada fiz ou realizei de que pudesse contar como um feito. A alma apequenada rondou por lugares de luz artificial e contínua a se perder a noção do tempo, tornando-o um todo sempre presente.
Na fila do supermercado examinei os pacotes: denunciavam o tudo tão supérfluo e adiável diante da urgência em que deveria viver.
Hoje inventaram novas formas de fabricar a morte.
Na fila do supermercado examinei os pacotes: denunciavam o tudo tão supérfluo e adiável diante da urgência em que deveria viver.
Hoje inventaram novas formas de fabricar a morte.
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