Encontrado sem vida
Em seu apartamento
Em seu apartamento
Trancado e nu
Sem sinais de violência
Já com sinais de podridão
Entretanto adocicada
como fruta podre
Ninguém imaginaria
Uma morte tão estúpida
Assim tão escandalosa
Quebrar o pescoço
No cúmulo pecado
do autoerotismo
No cúmulo pecado
do autoerotismo
E morrer sem gozar
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